Calculadora de redução de GEE’s - Fundo clima do BNDES
Postado 27/02/2023

Buscando mensurar de forma eficaz os resultados de sua atuação no Programa Fundo Clima, o BNDES elaborou, em parceria com a FGV, uma ferramenta para calcular a redução de emissões de gases do efeito estufa (GEE) vinculada a projetos financiados com recursos do programa.
Com a aplicação da ferramenta nos dez projetos contratados, estima-se um redução de mais de 1,4 milhão de toneladas de dióxido de carbono equivalente (tCO2eq) ao longo da vida útil dos empreendimentos, considerando a parcela do investimento financiado pelo Fundo Clima.
A calculadora é composta por 18 metodologias, agrupadas de acordo com os oito subprogramas do Fundo Clima, e utiliza informações qualitativas e quantitativas para chegar aos resultados de emissões GEE evitadas.
Compartilhamos a ferramenta nesta página para consulta e uso de outras instituições financeiras, interessadas em medir a redução de emissão de GEE nos projetos que apoiam.
Acesse:
Metodologia
A primeira versão da ferramenta, que contou com o patrocínio da Embaixada Britânica no Brasil e da Latin America Regional Climate Initiative (LARCI), dentro do Projeto “Crédito Verde no Brasil, foi elaborada pelo Centro de Estudos em Sustentabilidade da FGV - São Paulo (GVces), com referência nas metodologias aprovadas e utilizadas pela Convenção-Quadro da ONU sobre Mudança do Clima para aprovação de projetos vinculados a mecanismos de desenvolvimento limpo (MDL). Sua publicação foi feita em agosto de 2016, e anualmente os fatores de emissão do SIN utilizados na ferramenta são atualizados.
Em maio de 2017, através de uma de cooperação técnica entre KfW e BNDES, foi elaborada, com a participação novamente do GVCes, uma nova versão da ferramenta, proporcionando uma revisão evolutiva das metodologias TE1 - Transporte urbano de passageiros sobre trilhos e TE3 - Apoio a módulos de projetos de Bus Rapid Transit (BRT’s). Este trabalho visou o aperfeiçoamento da ferramenta no sentido de torná-la mais amigável para usuários não técnicos, buscando variáveis de cálculo mais próximas do projeto antes de ser realizado, bem como permitindo outra forma de cálculo para o mesmo projeto já em plena operação, sempre procurando aderência com padrões aplicáveis. Onde também se atualizou entre outros, o Fator de emissão da rede - SIN (2018).
FONTE: www.bndes.gov.br
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