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03 de Julho, 2018

VALE A PENA SER UMA EMPRESA SUSTENTÁVEL?

Muito se tem falado de sustentabilidade nos últimos anos. Na sua essência, a sustentabilidade significa consumir recursos hoje, de maneira racional, para que não venham a faltar para as futuras gerações. Daí o conceito do Triple Botton Line, ou seja, os pilares que regem a sustentabilidade: econômico, social e ambiental.

Porém, tem-se utilizado o conceito de sustentabilidade para vários outros contextos, especialmente no marketing, o que criou certa confusão, passando uma mensagem de que qualquer ação de preservação ambiental, como por exemplo plantar árvores, torna a organização ou o ser humano sustentável.

Diante disso, nossa proposta é expandir a visão para uma atuação responsável, que crie uma cultura organizacional comprometida com a sustentabilidade demonstrando O que e Como a organização trabalha o tema, principalmente no âmbito ambiental.

Como fazer isso? Através da gestão dos recursos na entrada do processo e controle das saídas. Mas somente isso não basta. É necessário mapear os processos, identificar os pontos críticos e agir sobre esses. Acreditar que, pôr a empresa ter uma licença ambiental e destinar seus resíduos para empresas que também tenham esse licenciamento, significa controlar os impactos, atender a legislação e ser sustentável é uma falácia. É preciso mais do que isso. É preciso buscar alternativas que evitem ou minimizem o consumo de recursos, especialmente os não-renováveis, e diminuir a geração de resíduos.

É fundamental gerenciar o processo, criando condições que o público envolvido (interno e externo) tenha conhecimento de todas as etapas deste, e, especialmente, do impacto que suas atividades podem causar no meio ambiente, na comunidade e na própria organização.

É preciso criar ações de conscientização que possam contribuir com a educação ambiental dos colaboradores e consequente conscientização deste pilar tão importante. Ações que levem para fora dos muros da empresa essa preocupação. Que a empresa não atenda meramente a legislação aplicável, mas que seja disseminadora de boas práticas.

As áreas de marketing/comercial precisam estar envolvidas nesse assunto, que, normalmente, fica concentrado na produção/qualidade, para tornar essas ações diferenciais competitivos. E, se alguém ainda pensa que essa é uma afirmação utópica, sugerimos que busque em pesquisas de mercado sérias que versam sobre as tendências do consumidor, e poderá verificar que a ética e o meio ambiente são os primeiros critérios para a tomada de decisão de compra. Mesmo aqueles que não vendem diretamente no varejo, fazem parte de uma cadeia em que o cliente vem aumentando o nível de exigência de seus fornecedores quanto as práticas de saúde, segurança e meio ambiente, a fim de se manterem competitivos.

Mas, e o pilar econômico da sustentabilidade como fica?  É evidente que todo time engajado, voltado para um objetivo comum, como o de economizar recursos, tem como consequência a redução de despesas e, consequentemente, um aumento na rentabilidade.

Por último, é importante ressaltar que essa cultura somente poderá ser criada por líderes que acreditam nesse propósito, que veem a gestão ambiental como ferramenta para auxiliar o crescimento da empresa.

Finalmente, podemos afirmar, sem dúvida nenhuma, que ser uma empresa sustentável, conforme o conceito aqui apresentado, de forma responsável, contribui  estrategicamente para o crescimento e perpetuidade do negócio, ou seja, VALE A PENA!

FONTE: Global Engenharia Ambiental

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